Cuidado com empresas que te espionam na rua

Algumas agências desonestas miram jovens aspirantes a modelos nas ruas (por
exemplo, em shoppings) e dizem que elas têm “a cara”. Elas pegam seus dados
e uma foto e dizem que podem encontrar trabalho para você.
Dentro de alguns dias eles entrarão em contato com você para lhe informar que:
eles têm um trabalho para o qual você é perfeito.
você deve ter fotos profissionais tiradas para ser considerado para isso.
Eles aconselham você a visitar um estúdio que eles conhecem para tirar essas
fotos profissionais. Ao chegar, você recebe uma proposta agressiva e é
pressionado a comprar portfólios grandes, às vezes por até £ 1.500. Os
empregos que eles indicam muitas vezes não existem e eles não pretendem
encontrar trabalho para você.
Sempre verifique se uma agência que o aborda na rua é genuína.
Afirmar que fornece artistas para programas de TV nem sempre é verdade –
Programas populares geralmente utilizam agências e clientes que já
contrataram. Anúncios que afirmam trabalhar com programas de TV populares
dificilmente são verdadeiros.
Em caso de dúvida, tente ligar para a emissora de TV para perguntar se eles
usam a agência ou peça referências de clientes recentes.
Nunca pague nada no dia – Se lhe pedirem dinheiro na primeira vez que falar
com uma agência, ela estará infringindo a lei e você deve ir embora. Denuncie
as ações da agência à linha de ajuda da Inspetoria de Agências de Emprego ou
preencha o formulário de reclamação da Inspetoria de Agências de Emprego

Promotora de eventos: o papel essencial na organização de experiências de sucesso

O manifesto da naturalidade: Por que o “efeito congelado” se tornou um erro de design facial

carcinoma basocelular sintomas Drummond Dermato
Você já conversou com alguém e sentiu que, embora a pele estivesse impecável, algo na comunicação não fluía? Talvez o olhar não acompanhasse o sorriso, ou a testa permanecesse imóvel diante de uma notícia surpreendente. Esse estranhamento é o que chamamos tecnicamente de “vale da estranheza”, e ele é o resultado direto de uma era em que a estética priorizou a ausência de rugas acima da presença de identidade. Durante anos, a toxina botulínica foi vendida como uma borracha mágica. O objetivo era simples: paralisar. Se o músculo não se mexe, a pele não dobra; se não dobra, não há linha. No papel, a lógica parece perfeita. Na anatomia humana, é um erro de design.

O rosto é um sistema dinâmico de sinalização social. Quando silenciamos os músculos de forma agressiva, cortamos os fios da nossa conexão emocional com o mundo. O efeito congelado não é apenas um excesso de produto; é uma falha na compreensão da arquitetura facial. A verdadeira sofisticação no rejuvenescimento hoje não mora na imobilidade, mas no gerenciamento da estrutura. Pense no rosto como uma casa. Se as paredes estão cedendo, não adianta apenas pintar a fachada para esconder as rachaduras. É aqui que entra a diferença entre “preencher” e “sustentar”. Em vez de focar apenas no Botox para travar expressões, o design facial moderno olha para as camadas profundas. Tecnologias como o Ultraformer III, por exemplo, mudaram o jogo ao focar no SMAS — o sistema muscular aponeurótico superficial.

Ao usar o ultrassom microfocado para criar pontos de coagulação nessa camada, conseguimos um efeito de lifting por contração tecidual, e não por paralisia ou volume excessivo. Imagine o caso de uma paciente de 45 anos, vamos chamá-la de Helena. Helena chegou à clínica incomodada com o aspecto “cansado” e o início do “buldogue” no contorno da mandíbula. O instinto antigo seria preencher as maçãs do rosto até que a pele esticasse ou paralisar sua testa para que ela não pudesse mais franzir o cenho. No entanto, a abordagem de design natural seguiu outro caminho:

Tratamos a flacidez estrutural com o Ultraformer para devolver a firmeza ao contorno. Aplicamos o que chamamos de “Baby Botox” — doses mínimas e estratégicas que apenas relaxam a tensão muscular sem tirar o movimento. Usamos bioestimuladores de colágeno para melhorar a densidade da pele, devolvendo aquele viço que o tempo leva. O resultado? Helena não parecia “feita”. Ela parecia que tinha dormido dez horas por noite durante um mês inteiro. As pessoas perguntavam se ela tinha mudado o corte de cabelo ou voltado de férias. Esse é o auge do sucesso estético: o procedimento que ninguém aponta o dedo, mas todos notam o brilho.

Além do fluxo: o que a força do jato urinário revela sobre a saúde da próstata

Imagine a cena: Roberto, 54 anos, está parado em frente ao mictório de um restaurante. Ao seu lado, um rapaz mais jovem termina o que veio fazer em poucos segundos e sai. Roberto, no entanto, continua ali. Ele sente que a bexiga está cheia, mas o início da micção demora a acontecer. Quando finalmente o fluxo vem, ele é fino, hesitante e sem aquela pressão que ele lembrava ter dez anos atrás. No final, ele ainda sente que não esvaziou tudo. Esse cenário, embora comum, raramente é discutido em mesas de bar. O homem tende a normalizar a perda de força do jato urinário, atribuindo-a apenas ao “peso da idade”. No entanto, como urologista, vejo essa mudança no fluxo não como um destino inevitável, mas como um sinal vital que o corpo está enviando sobre a glândula que mora logo abaixo da bexiga: a próstata.

O “efeito ampulheta” na uretra Para entender por que o jato perde força, precisamos olhar para a anatomia. A próstata envolve a uretra como se fosse um donut. Quando ela cresce — um processo chamado Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) — ela não cresce apenas para fora; ela aperta o “tubo” por onde a urina passa. É uma física simples de fluidos: se o canal está mais estreito, a resistência aumenta. A bexiga, que é um músculo, precisa fazer cada vez mais força para empurrar o líquido. Com o tempo, esse músculo cansa. É aí que surgem sintomas que vão além da força do jato: Hesitação: Aquela demora para o “motor pegar” e a urina começar a sair. Gotejamento terminal: Quando parece que acabou, mas o corpo insiste em deixar escapar algumas gotas na cueca. Nictúria: A necessidade de acordar duas, três vezes por noite, interrompendo o sono profundo e minando a disposição no dia seguinte. Quando o sinal amarelo vira vermelho Embora a HPB seja a causa mais frequente dessa perda de pressão, ela não é a única. O que muitas vezes começa como um incômodo leve pode esconder outras condições. Se além do jato fraco, você notar sangue na urina ou uma dor lombar persistente, o sistema urinário pode estar enfrentando cálculos renais ou até mesmo processos inflamatórios severos.

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Um erro comum é achar que “se não dói, não é grave”. O câncer de próstata, em suas fases iniciais, costuma ser silencioso. Por isso, a mudança no padrão miccional deve ser o gatilho para um check-up urológico completo. Não se trata apenas de olhar para a força do fluxo, mas de avaliar o PSA, realizar o exame físico e, se necessário, uma ultrassonografia para medir o resíduo pós-miccional — ou seja, quanta urina sobra na bexiga após você achar que terminou. O impacto invisível na qualidade de vida Certa vez, atendi um paciente que tinha deixado de ir ao cinema. O motivo? Ele tinha medo de não conseguir chegar ao banheiro a tempo ou de ficar “preso” no mictório por dez minutos enquanto a fila crescia atrás dele. Esse isolamento social é um sintoma indireto da saúde da próstata. A boa notícia é que a urologia evoluiu a ponto de oferecermos soluções que devolvem a liberdade ao homem. Desde medicamentos que relaxam a musculatura da próstata até intervenções minimamente invasivas que “desentopem” o canal com precisão milimétrica. O objetivo não é apenas urinar melhor, é voltar a ter uma noite de sono contínua e a confiança de sair de casa sem mapear todos os banheiros do trajeto.

O papel da liderança técnica na escolha de sistemas de gestão

Você já esteve em uma reunião de diretoria onde a decisão de compra de um software foi baseada apenas em um dashboard bonito ou na promessa de um vendedor de que o sistema “resolve tudo”? Se sim, você provavelmente também testemunhou a ressaca técnica que vem logo depois: meses de implementação arrastada, custos imprevistos com customizações e uma equipe de TI sobrecarregada tentando fazer o novo ERP conversar com os sistemas que a empresa já utiliza. Escolher um sistema de gestão não é uma tarefa puramente administrativa ou financeira. É, no cerne, uma decisão de arquitetura de negócios. E é aqui que a liderança técnica — seja o CTO, um gerente de TI ou um arquiteto de sistemas — deixa de ser apenas “o pessoal do suporte” para se tornar o pilar estratégico da operação. Recentemente, acompanhei uma indústria de médio porte que decidiu migrar seu sistema de controle de estoque. O CEO queria a solução mais barata do mercado, alegando que “estoque é tudo igual”. O líder técnico da empresa, porém, bateu o pé. Ele sabia que a empresa planejava expandir para o e-commerce em dois anos. Se escolhessem o sistema mais simples agora, sem APIs abertas e sem capacidade de processamento em tempo real, a integração com as plataformas de venda futuras seria um pesadelo técnico (e caro).

No fim, a visão técnica salvou a empresa de um investimento que teria validade de apenas 18 meses. O papel desse líder não é dizer qual botão é mais bonito, mas sim olhar para o que está “debaixo do capô”: Integridade e Fluxo de Dados: Não adianta ter um CRM de última geração se ele não “fala” com o financeiro. A liderança técnica avalia a facilidade de integração e se os dados vão fluir sem fricção ou se precisarão de planilhas manuais para tapar buracos. Escalabilidade Real: O sistema aguenta o dobro de acessos se a empresa crescer? Ou ele vai travar na primeira Black Friday ou fechamento de mês mais pesado? Dívida Técnica: Toda escolha de software gera um compromisso. Um sistema engessado hoje é a dívida técnica que a empresa pagará com juros amanhã, através de processos lentos e falta de agilidade para inovar. Quando o gestor de negócios foca no ROI imediato, o líder técnico precisa focar na sustentabilidade da solução. Se o sistema não permite uma extração de dados limpa para um Business Intelligence (BI), a diretoria nunca terá indicadores de desempenho (KPIs) confiáveis. Eles estarão decidindo o futuro da empresa com base em espelhos retrovisores embaçados.

A transformação digital não acontece quando você compra tecnologia, mas quando a tecnologia que você compra se torna invisível de tão eficiente. Para isso acontecer, a liderança técnica precisa ter voz ativa na mesa de negociação. Eles são os tradutores que convertem a necessidade de “vender mais” em requisitos de “latência de banco de dados” e “segurança de informação”. No fim das contas, a escolha de um ERP ou de qualquer ferramenta de automação de processos é um casamento de longo prazo. E, como em qualquer relação duradoura, é melhor saber se a fundação é sólida antes de decidir a cor das paredes. Se você é gestor, chame seu time técnico para a conversa antes de assinar o contrato. Se você é da técnica, não espere ser chamado: apresente os riscos e as oportunidades de forma estratégica. A eficiência operacional da sua empresa agradece. https://www.cigam.com.br/blog/439/cigam-e-eleito-o-melhor-erp-para-industria-do-brasil

O papel do ERP na gestão de serviços e contratos recorrentes

Lembro-me de um café que tomei com o proprietário de uma empresa de manutenção de elevadores há alguns anos. O negócio dele estava em plena expansão, mas ele parecia exausto. “O problema não é vender”, ele me disse, “o problema é lembrar de cobrar o que vendi e garantir que o serviço foi feito”. Ele vivia o clássico pesadelo da gestão manual: uma colcha de retalhos composta por planilhas de Excel, lembretes no Outlook e uma memória prodigiosa que, infelizmente, começava a falhar conforme a carteira de clientes passava dos cem contratos. Gerir serviços e contratos recorrentes é como manter centenas de pratos girando simultaneamente. Se um cai, o prejuízo não é apenas financeiro; é de reputação. É nesse cenário de caos silencioso que o ERP (Enterprise Resource Planning) deixa de ser um “software de contabilidade” para se tornar o sistema nervoso central da operação. A sangria invisível dos contratos esquecidos O maior vilão de uma empresa de serviços não é a concorrência, mas a desorganização interna.

Sem um ERP robusto, o reajuste anual pelo IGPM ou IPCA vira uma tarefa hercúlea. Muitas empresas perdem entre 5% e 10% de faturamento simplesmente porque esquecem de aplicar os gatilhos contratuais na data certa ou porque continuam prestando serviços para clientes cuja vigência do contrato já expirou. Imagine o cenário do meu amigo dos elevadores. Antes da digitalização, ele dependia de uma pessoa no financeiro conferindo pasta por pasta. Com a implementação de um ERP focado em serviços, o sistema passou a disparar alertas automáticos 60 dias antes do vencimento. Mais do que isso: o faturamento recorrente tornou-se automatizado. A nota fiscal e o boleto são gerados sem intervenção humana, baseados nas regras de negócio previamente parametrizadas. Isso libera a equipe para o que realmente importa: o relacionamento com o cliente.

A integração que gera inteligência A magia acontece quando o comercial e o operacional falam a mesma língua. Em um modelo de gestão fragmentado, o vendedor fecha um contrato e “joga” o problema para o operacional. No ERP, essa transição é fluida. O contrato assinado no CRM já provisiona os recursos no estoque para as manutenções preventivas e escala a equipe técnica de campo. Tive a oportunidade de acompanhar a transformação de uma empresa de TI que sofria com a rentabilidade. Eles sabiam que faturavam muito, mas o lucro era baixo. Ao centralizar tudo no ERP, eles começaram a cruzar as horas técnicas apontadas em cada contrato com o valor da mensalidade. O resultado foi um choque de realidade: 20% dos clientes consumiam 80% do tempo da equipe, tornando esses contratos deficitários. Essa clareza técnica, permitida pelo Business Intelligence integrado, deu ao gestor o poder de renegociar ou encerrar contas que estavam, literalmente, drenando a empresa.

O fim do “achismo” na tomada de decisão Gerir por instinto funciona para negócios pequenos. Para escalar, é preciso dados. Quando falamos de recorrência, métricas como o Churn Rate (taxa de cancelamento) e o LTV (Lifetime Value) são vitais. O ERP consolida esses indicadores em dashboards que mostram a saúde do negócio em tempo real. Não se trata apenas de olhar para trás e ver o que foi faturado, mas de olhar para frente e prever o fluxo de caixa dos próximos seis meses com precisão cirúrgica. Essa previsibilidade é o que permite a um empresário investir em novas tecnologias ou contratar mais pessoal com segurança. https://www.cigam.com.br/blog/494/reforma-tributaria-e-as-vantagens-do-erp-cigam-no-novo-cenario-fiscal

Gestão de contratos e faturamento: automação para evitar perdas financeiras

Quantas vezes você já teve a sensação incômoda de que o dinheiro está escorrendo por furos que ninguém consegue ver? No dia a dia da gestão, esse sentimento costuma ter um culpado bem específico: o descompasso entre o que foi assinado no contrato e o que efetivamente chega na nota fiscal. Gerir contratos em planilhas ou, pior, contar com a memória de colaboradores veteranos, é um convite ao prejuízo. O problema não é a falta de esforço da equipe, mas a falibilidade humana diante de volumes crescentes de dados. Basta um reajuste de IPCA esquecido ou uma renovação automática que passou batida para que a margem de lucro de um projeto seja devorada silenciosamente. O custo invisível do “depois eu vejo” Imagine uma empresa de serviços de manutenção industrial que possui 50 contratos ativos. Cada um tem uma data de aniversário diferente, índices de reajuste distintos e regras de medição específicas. Se o gestor financeiro não possui um gatilho automático, ele depende de um alerta mental ou de uma célula colorida em um Excel que pode não ser atualizado há semanas.

Recentemente, analisei o caso de uma operadora logística que perdeu quase 8% do seu faturamento anual simplesmente porque não aplicou os reajustes anuais de combustível previstos em contrato no tempo certo. Quando perceberam, o retroativo era juridicamente complexo de cobrar e o impacto no fluxo de caixa já tinha causado um estrago considerável. Isso é o que chamamos de revenue leakage (evasão de receita): o serviço é prestado, o custo operacional acontece, mas o faturamento não acompanha a realidade contratual. A automação como espinha dorsal da operação A transformação digital aqui não é sobre comprar um software caro, mas sobre criar uma inteligência processual onde o sistema trabalha para as pessoas, e não o contrário. Quando integramos a gestão de contratos diretamente ao ERP e ao faturamento, eliminamos o “telefone sem fio” entre o departamento comercial e o financeiro. Na prática, a automação resolve três gargalos críticos: Gatilhos de Reajuste: O sistema monitora os índices (IGP-M, IPCA, etc.) e aplica a correção automaticamente na data de aniversário do contrato, emitindo o alerta para o cliente sem intervenção manual.

Controle de Medição: Para empresas que faturam por consumo ou horas, a integração entre a operação e o faturamento garante que nenhum “extra” fique de fora da fatura final. Gestão de Vigência: O fim de um contrato não pode ser uma surpresa. Alertas de renovação com 60 ou 90 dias de antecedência permitem que o time comercial negocie com calma, evitando que o serviço continue sendo prestado sem cobertura jurídica ou financeira. Dados que geram previsibilidade Além de estancar perdas, a centralização dessas informações alimenta o Business Intelligence (BI). Quando o faturamento está automatizado e amarrado aos contratos, o gestor consegue visualizar o Monthly Recurring Revenue (MRR) e o Churn Rate com precisão cirúrgica. Você deixa de olhar para o que aconteceu no mês passado e passa a projetar o fluxo de caixa dos próximos doze meses com segurança. https://www.cigam.com.br/blog/417/qual-o-melhor-erp

matemática da liberdade: Quando o aluguel é estratégia e quando se torna armadilha

Afinal, morar de aluguel é “queimar dinheiro” ou uma decisão tática de alocação de capital? Se você perguntar a um investidor institucional e a um pai de família conservador, obterá respostas diametralmente opostas, e ambos podem estar certos sob suas óticas específicas. A verdade técnica reside no binômio custo de oportunidade versus previsibilidade inflacionária. No cenário brasileiro, o mercado imobiliário opera sob uma dinâmica de indexação robusta. Quando falamos em aluguel como estratégia, estamos olhando para o Cap Rate (a taxa de retorno sobre o valor do imóvel).

Se o valor da locação anual gira em torno de 4% a 5% do valor venal do imóvel, enquanto a taxa Selic ou títulos de renda fixa entregam dois dígitos, manter o capital líquido e pagar o aluguel com os rendimentos é, matematicamente, uma vitória. O excedente financeiro permite uma capitalização que, em tese, aceleraria a compra à vista no futuro. Entretanto, a teoria muitas vezes ignora a volatilidade dos contratos. A armadilha do aluguel não está no valor mensal em si, mas na exposição ao IGPM ou IPCA e na ausência de patrimônio físico como hedge (proteção). Imagine um executivo que acaba de ser transferido para o polo tecnológico de Florianópolis. Para ele, o aluguel é uma ferramenta de mobilidade.

Imobilizar R$ 1,2 milhão em um apartamento de alto padrão em um bairro como o Itacorubi, sem saber se permanecerá na cidade por mais de 36 meses, seria um erro técnico de liquidez. Nesse caso, ele utiliza o aluguel para testar a infraestrutura urbana e a valorização local antes de um aporte definitivo. Ele está comprando tempo e flexibilidade. Por outro lado, a armadilha se fecha quando o inquilino negligencia o cálculo da inflação imobiliária. Em um ciclo de alta, como vimos em diversas capitais nos últimos três anos, o imóvel valoriza 15% ao ano, enquanto o aluguel sobe conforme o contrato. O indivíduo que “guarda dinheiro para comprar depois” percebe que o preço do imóvel sobe mais rápido do que sua capacidade de poupança.

Aqui, o financiamento imobiliário, mesmo com juros, atua como um congelador de preços. Ao travar o valor do bem através de uma tabela SAC, o comprador está, na prática, fazendo uma venda a descoberto contra a inflação: o saldo devedor é corroído pelo tempo, enquanto o ativo físico acompanha a valorização urbana. A decisão técnica exige olhar para a alavancagem. O crédito imobiliário é uma das poucas formas que o investidor pessoa física tem de alavancar seu patrimônio de forma barata e segura. Ao dar uma entrada de 20%, você controla 100% da valorização de um ativo. Se o imóvel valoriza 10% no ano, seu retorno sobre o capital próprio (a entrada) foi de 50%, descontando os custos financeiros. https://www.imobiliariamota.com.br/imoveis/para-alugar/casa/sao-jose-dos-pinhais

Como transformar sua casa em uma “Smart Home” gastando pouco

A tecnologia residencial deixou de ser um item de luxo para se tornar um diferencial competitivo no mercado imobiliário. Transformar um imóvel em uma Smart Home (casa inteligente) não exige mais reformas estruturais ou investimentos astronômicos. Com alguns dispositivos estratégicos, é possível aumentar o conforto e, consequentemente, o valor de revenda ou locação do bem. Confira como começar a automação da sua casa de forma econômica e eficiente. Comece pela iluminação inteligente O passo mais simples e barato para iniciar a automação é trocar lâmpadas comuns por lâmpadas Wi-Fi.

Elas permitem controlar a intensidade da luz e as cores diretamente pelo celular ou por comando de voz. Para corretores de imóveis, essa funcionalidade é excelente para criar “cenas” durante as visitas, tornando o ambiente mais aconchegante e atrativo para potenciais compradores. Invista em tomadas inteligentes As tomadas inteligentes são adaptadores que transformam qualquer eletrodoméstico comum em um dispositivo conectado. Com elas, você pode programar a cafeteira, o ventilador ou o ferro de passar para ligarem e desligarem sozinhos. No contexto imobiliário, essa tecnologia é um forte argumento de venda focado em economia de energia e segurança residencial.

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Utilize assistentes virtuais Centrais como Alexa ou Google Home são o “cérebro” da casa inteligente. Elas integram todos os dispositivos e permitem o controle por voz. Ter um imóvel preparado para receber esses assistentes facilita a rotina do morador e moderniza a percepção da propriedade. É um investimento baixo que gera um impacto visual e tecnológico imediato. Valorização no mercado imobiliário Para quem deseja vender ou alugar um imóvel rapidamente, a automação básica serve como um excelente gatilho de marketing. Imóveis que oferecem praticidade e modernidade tendem a se destacar em portais imobiliários. Além disso, a automação aumenta a percepção de segurança, um dos fatores mais decisivos na hora de fechar um negócio. Transformar sua casa em uma Smart Home é uma estratégia inteligente de valorização patrimonial. Com pequenos ajustes, você torna o ambiente mais funcional, moderno e pronto para atrair os melhores clientes do mercado.

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Como funciona o seguro de vida obrigatório no financiamento

Como funciona o seguro de vida obrigatório no financiamento Ao realizar o sonho da casa própria através de um financiamento imobiliário, muitos compradores se surpreendem com as taxas extras que aparecem no contrato. Uma das mais importantes é o seguro habitacional. Mas você sabia que, por lei, o seguro de vida é obrigatório em todo financiamento pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH)? Entenda como ele funciona e por que ele é fundamental para a sua segurança financeira. O que é o seguro MIP? No universo imobiliário, o “seguro de vida” do financiamento é tecnicamente chamado de MIP (Morte e Invalidez Permanente). Ele garante que, caso ocorra o falecimento ou a invalidez total do comprador, o saldo devedor do imóvel seja quitado total ou parcialmente. Se o contrato foi feito por duas pessoas (como um casal que compõe renda), a cobertura é proporcional à participação de cada um no financiamento. Por que a obrigatoriedade? A obrigatoriedade existe para proteger as duas pontas do negócio: 1. Para o Banco: Garante que a dívida será paga mesmo em situações extremas. 2. Para a Família: Oferece a tranquilidade de que o imóvel não será perdido por falta de pagamento em um momento de fragilidade, garantindo o teto para os herdeiros. Como o valor é calculado?

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O custo deste seguro não é fixo. Ele varia conforme dois fatores principais: Idade do comprador: Quanto maior a idade, maior o risco para a seguradora e, consequentemente, maior a taxa. Saldo devedor: O valor do prêmio é recalculado mensalmente sobre o montante que você ainda deve ao banco. Você pode escolher a seguradora Um ponto fundamental para quem busca economizar: embora o seguro seja obrigatório, você não é obrigado a aceitar a apólice oferecida pelo banco que está financiando o imóvel. A prática de obrigar o cliente a contratar o seguro da própria instituição é considerada “venda casada”. Você tem o direito de pesquisar no mercado e apresentar uma apólice de outra seguradora, desde que ela atenda aos requisitos mínimos exigidos pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). Dica de ouro: Antes de assinar o contrato, compare as taxas do seguro. Em financiamentos longos, uma pequena diferença mensal pode significar uma economia de milhares de reais ao final de 30 anos.